13 de Maio - DIA DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO
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Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil o primeiro produto a ser explorado foi o pau-brasil, com a utilização da mão-de-obra indígena. Com a grande exploração do mercado de especiarias por basicamente todas as nações européias, esse comércio não seria mais tão lucrativo aos portugueses. Assim nossos “invasores”, vêem no Brasil uma oportunidade de lucro com a plantação da cana-de-açúcar. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta exploração não pôde ser levada adiante, pois os indígenas, que eram coletores (de frutos e raízes), caçadores e pescadores, não se adaptaram ao trabalho escravo na lavoura. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil o primeiro produto a ser explorado foi o pau-brasil, com a utilização da mão-de-obra indígena. Com a grande exploração do mercado de especiarias por basicamente todas as nações européias, esse comércio não seria mais tão lucrativo aos portugueses. Assim nossos “invasores”, vêem no Brasil uma oportunidade de lucro com a plantação da cana-de-açúcar. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta exploração não pôde ser levada adiante, pois os indígenas, que eram coletores (de frutos e raízes), caçadores e pescadores, não se adaptaram ao trabalho escravo na lavoura. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Processo de abolição da escravatura no Brasil
Os negros trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido às péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana. Apesar de esta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras ainda mais pesadas, como a mineração. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente. A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias. Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra (que queria o negro assalariado para ser consumidor se seus produtos), foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação. Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. Porém, somente em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil. Entretanto os negros livres foram abandonados pelas elites coloniais e grandes proprietários indo viver quase que sua grande maioria nas favelas nos grandes centros.

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