quarta-feira, 7 de julho de 2010

20 Anos sem Cazuza

Um dos maiores gênios da musica brasileira, Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza (Rio de Janeiro, 4 de abril de 1958 — Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990) foi um cantor e compositor brasileiro que ganhou fama como símbolo da sua geração como vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho. Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul". Cazuza tornou-se um dos ícones da música brasileira do final do século XX. Dentre seus sucessos musicais em carreira solo, destacam-se "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Pára" e "O Nosso Amor A Gente Inventa". Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro. (http://www.wikipedia.pt/)
Nota Crítica: Quando penso em Cazuza, Raul Seixes, Renato Russo, lembro que a música crítica brasileira morreu junto com esses icones da música brasileira. Vivemos em uma sociedade onde o modismo tomou conta, onde a malhação e a hori são os astros do momento, enquanto o nome de nossos maiores artistas são esquecidos ou regravados por pessoas que nem ao menos viveram 1% do que eles pregaram com sua musica!! A sociedade brasileira esta desse jeito, enquanto criticamos o Dunga por não ter levado o Pato, o Ganso e todos os outros animais, centenas de pessoas morrem de fome todos o dias!! Pois é Brasil, estas mostrando realmente a tua cara! 

2 Comentários:

Blogger Prof. Wagner Fonseca disse...

Sábias palavras amigo....


e nosso brasil se afunda cada vez na merda....

como faz falta um cara como o Cazuza na música brasileira...

7 de julho de 2010 às 11:12  
Blogger Prof. Michel Goulart disse...

Não só Cazuza, né Wagner. Renato Russo e Raulzito fazem muita falta. A questão é saber se, vivos, sua música teria o mesmo poder de crítica. Vide Caetano, Chico e Gil.

Fizeram música protesto durante a ditadura, atingiram o auge artístico nas déc. de 1970 e 1980, e hoje fazem uma música bem mais ou menos.

Acho que dá para dizer o mesmo de Capital Inicial, Paralamas e até Engenheiros.


Um grande abraço,
Prof_Michel
http://twitter.com/profmichel
http://historiadigital.org
http://filmehistorico.blogspot.com

27 de julho de 2010 às 19:15  

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