História do Automóvel
A palavra automóvel vem do grego auto (por si próprio) e do latim mobilis, (mobilidade). Ele geralmente é destinado ao transporte de passageiros ou mercadorias, sendo um dos meios de transporte mais populares do mundo. O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este modelo foi produzido, em 1875, pelo alemão Karl Benz e possuía motor a gasolina, uma novidade para a época, pois até este momento, os motores eram movidos a vapor.
O Benz Velo (1885), introduzido dez anos depois do primeiro automóvel.
Com o passar do tempo foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos (motor de combustão interna), inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford nos Estados Unidos. Este foi o percussor de muitos modelos que vieram posteriormente. Já os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862), que forçava aos veículos a transitar com uma pessoa a sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, logo após, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc. No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação até os dias atuais. Na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza. Após a Primeira Guerra Mundial a produção automobilística se intensificou, pois, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série. Este sistema de produção ficou conhecido como fordismo. Já no caso do Brasil e também em outros países da América Latina, esta evolução automotora chegou somente após a Segunda Guerra Mundial.
Romi-Isetta, o primeiro automóvel produzido em território brasileiro.
Na década de 1930, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país, aproveitando-se da mão-de-obra barata e da matéria-prima abundante. Porém, somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis em território brasileiro. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. Posteriormente vieram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota. Logo depois, carros de passeio e camionetes começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes européias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados. Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta bilhões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.



1 Comentários:
Bah tava procurando alguma coisa sobre a história do automobilismo... Blzinha... Não tirasse do wikipédia neh????
hehhehehe
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