domingo, 15 de dezembro de 2013

Uma homenagem a Nelson Mandela



Madiba como era conhecido na África do Sul, foi um importante líder político, que lutou contra o sistema de apartheid no país. Nasceu em 18 de julho de 1918 na cidade de Qunu. Mandela, formado em direito, foi presidente do país entre os anos de 1994 e 1999. Faleceu em 05/12/2013 na cidade de Johannesburgo.

Luta contra o apartheid: O apartheid, que significa "vida separada", era o regime de segregação racial existente na África do Sul, que obrigava os negros a viverem separados. Os brancos controlavam o poder, enquanto o restante da população não gozava de vários direitos políticos, econômicos e sociais. Ainda estudante de Direito, Mandela começou sua luta contra o regime do apartheid. No ano de 1942, entrou efetivamente para a oposição, ingressando no Congresso Nacional Africano (movimento contra o apartheid). Em 1944, participou da fundação, junto com Oliver Tambo e Walter Sisulu, da Liga Jovem do CNA. Durante toda a década de 1950, Nelson Mandela foi um dos principais membros do movimento antiapartheid. Participou da divulgação da “Carta da Liberdade”, em 1955, documento pelo qual defendiam um programa para o fim do regime segregacionista. Mandela sempre defendeu a luta pacífica contra o apartheid. Porém, sua opinião mudou em 21 de marco de 1960. Neste dia, policiais sul-africanos atiraram contra manifestante negros, matando 69 pessoas. Este dia, conhecido como “O Massacre de Sharpeville”, fez com que Mandela passasse a defender a luta armada contra o sistema. Em 1961, Mandela tornou-se comandante do braço armado do CNA, conhecido como "Lança da Nação". Passou a buscar ajuda financeira internacional para financiar a luta. Porém, em 1962, foi preso e condenado a cinco anos de prisão, por incentivo a greves e viagem ao exterior sem autorização. Em 1964, Mandela foi julgado novamente e condenado a prisão perpétua por planejar ações armadas. Mandela permaneceu preso de 1964 a 1990. Neste 26 anos, tornou-se o símbolo da luta antiapartheid na África do Sul. Mesmo na prisão, conseguiu enviar cartas para organizar e incentivar a luta pelo fim da segregação racial no país. Neste período de prisão, recebeu apoio de vários segmentos sociais e governos do mundo todo.  Com o aumento das pressões internacionais, o então presidente da África do Sul, Frederik de Klerk solicitou, em 11 de fevereiro de 1990, a libertação de Nelson Mandela e a retirada da ilegalidade do CNA (Congresso Nacional Africano). Em 1993, Nelson Mandela e o presidente Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços em acabar com a segregação racial na África do Sul. Em 1994, Mandela tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul. Governou o país até 1999, sendo responsável pelo fim do regime segregacionista no país e também pela reconciliação de grupos internos. Com o fim do mandato de presidente, Mandela afastou-se da política dedicando-se a causas de várias organizações sociais em prol dos direito humanos. Já recebeu diversas homenagens e congratulações internacionais pelo reconhecimento de sua vida de luta pelos direitos sociais. Com a saúde abalada devido a complicações geradas por uma infecção respiratória, Nelson Mandela morreu em 05 de dezembro de 2013, aos 95 anos de idade. Com sua morte o mundo perdeu uma importante referência histórica da luta pelos direitos humanos e contra a discriminação e o preconceito racial.


 
 

Curiosidades sobre o Verão

O Verão do hemisfério norte é chamado de "verão boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "verão austral".

Alguns povos antigos dividiam o ano em cinco estações: outono, inverno, primavera, o verão propriamente dito, de tempo quente e chuvoso e o estio, de tempo quente e seco - palavra que originou o termo "estiagem".

O solstício ocorre duas vezes ao ano. No de inverno, a noite é mais longa que o dia. No de verão, o dia é mais longo que a noite.

Na Linha do Equador, a duração dos dias é fixa ao longo das estações do ano com 12 horas de luz e 12 horas de noite. Quer dizer, os solstícios são inexistentes.

O grau Celsius (símbolo: ºC) foi designado em homenagem ao astrônomo sueco Anders Celsius, que foi o primeiro a propô-lo. As temperaturas no Brasil são medidas em graus Celsius.

A temperatura mais alta registrada no Brasil durante o verão foi 43º C na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1984. A maior temperatura ambiente, no entanto, foi registrada na localidade de Azízia, na Líbia: 58º C.

A incidência de raios ultravioletas (UV) é maior no verão. A exposição excessiva aos raios UV podem causar manchas e até câncer de pele. Quanto mais clara a pele, maior a probabilidade de contraír o câncer. Por isso, não esqueça do protetor solar.

Horário de verão é a alteração do horário de uma região, adiantando-se em geral uma hora no fuso horário oficial local. Como o próprio nome indica, o horário de verão é implantado sempre na estação mais quente do ano, quando os dias são mais longos.

Dizem que quem teve a idéia do horário de verão foi o inventor e político norte-americano Benjamin Franklin, em 1784. Na época, o horário de verão visava economizar velas.

O primeiro país a adotar o horário de verão foi a Alemanha, na segunda década do século XX.

No Brasil, o horário de verão foi implantado pela primeira vez em 1931. A idéia, porém, não deu muito certo. O horário de verão atual - que vigora nas regiões Sul e Sudeste, além de parte do Centro-Oeste – foi criado em 1985.

Em inglês, o horário de verão é chamado de daylight saving time" (horário de economia com luz do dia, em tradução livre) e em italiano de "ora legale" (hora legal).

O sol da meia-noite só pode ser visto durante o verão nos hemisférios. Nessa época, o sol brilha 24 horas por dia. Entre outubro e março, o Sol da meia-noite ocorre no Pólo Sul; de abril a setembro, no Pólo Norte.

Só existem duas estações no Ártico e na Antártida: verão com 6 meses de sol (não existem noites) e inverno com 6 meses de escuridão.

Durante os meses mais quentes, as doenças mais comuns no Brasil são a malária e a dengue. Aliás, a malária é uma das pragas que mais mata gente no mundo. Acredita-se que o número de mortos ultrapasse os dois milhões de pessoas por ano.