sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Como era a alimentação dos soldados nas diferentes guerras?


Revolução Norte-Americana (1775-1815) - O transporte e a conservação da comida eram os pontos mais complicados. Por isso, os estoques, mantidos apenas com sal, eram posicionados estrategicamente ao longo das linhas de suprimento da infantaria. A distribuição da ração era feita em grupos, não individualmente, e a galera comia em movimento;

Guerra Civil Norte-Americana (1861-1865) - A ração militar ainda tinha como propósito encher a barriga das tropas, em vez de distribuir e equilibrar a dieta de forma nutritiva. Vegetais e legumes frescos eram raríssimos ou inexistentes e doenças devido à má nutrição eram frequentes. Gado era deslocado junto com as tropas para serem abatidos em campo;

1ª Guerra Mundial (1914-1918) - Pela primeira vez, água fresca e comida aquecida foram entregues nas trincheiras. As rações chegavam em latas grandes que alimentavam até 25 soldados. Para oficiais de alta patente ou tropas de elite havia provisões especiais apelidadas de "rações de emergência", com itens valiosos como chocolate e bolo;

2ª Guerra Mundial (1939-1945) - São lançadas as "rações de alfabeto" - cada cardápio era designado por uma letra. A do tipo C, era o "prato feito" mais comum para os soldados. A D incluía chocolate e a K era uma versão de café da manhã, sem os principais pratos da C. Nesta guerra, surgem também as rações pré-cozidas. Na Guerra da Coréia (1950-1953), os EUA continuaram usando a ração C;

Guerra do Vietnã (1957-1975) - A nutrição passou a ser mais importante que simplesmente encher a barriga do soldado. A umidade excessiva no front de batalha e a dificuldade de locomoção fez com que os norte-americanos adotassem cozinhas móveis em trailers (ou MKTs, na sigla em inglês), para tentar preservar o frescor das refeições;

Guerra do Golfo (1990-1991) - Em 1983, surgem as refeições prontas para o consumo (ou MRE, na sigla em inglês). Elas são separadas em pacotes selados hermeticamente e distribuídas individualmente. As opções e combinações começaram a variar a cada semana e marcas famosas são incorporadas, como barras de chocolate Hershey;

Guerra do Iraque e Afeganistão (2001-presente) - A MRE é aperfeiçoada com 24 tipos de menu, inclusive com opções vegetariana e kosher (para seguidores do judaísmo). Uma área das Forças Armadas dos EUA se encarrega especificamente de desenvolver os cardápios, pensando no sabor, na nutrição e até nos estímulos ao olfato do soldado.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-eram-as-racoes-dos-soldados-em-diferentes-guerras

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Imagens da Guerra = Antes e o Depois! Figura 1 - Nazistas chegam a cidade!


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A História do Video Game



Esse texto vai para os amigos Igor, Heitor e Paulo, que são aficionados em jogos eletrônicos, ou seja, vídeo game!


O Videogame é dispositivo de diversão em formato de um jogo eletrônico. O jogador permanece diante de um equipamento que transmite as imagens do jogo, quase sempre em uma TV ou em um dispositivo eletrônico. Ao que parece, o físico William Higinbotham, integrante do projeto Manhattan, responsável pela produção da primeira bomba atômica, foi o criador do Videogame, em 1958, mas inconsciente da importância de sua obra-prima ele não se preocupou em patenteá-la, portanto não foi oficialmente considerado seu artífice. No auge da Guerra Fria, ele elaborou um mecanismo que incrementasse o número de visitantes do Brookhaven National Laboratories, sediado em Nova York, pois o governo norte-americano tinha como intenção exibir seu potencial nuclear diante de seu povo. Desta forma ele produziu um jogo de tênis com apenas dois traços primitivos e uma bola, batizando-o de Tennis Programming ou Tennis for Two, exposto em uma tela de 15 polegadas e projetado para ser processado em um computador analógico. O recurso utilizado por William o surpreendeu, pois lhe garantiu um êxito sem igual; mas nem este surpreendente retorno foi suficiente para que ele decidisse patentear seu invento e comercializá-lo. Assim, ficou célebre apenas como um dos criadores da bomba atômica, e a lembrança de sua participação na criação dos videogames tornou-se quase nula. Do primitivo videogame de Higinbotham, o game evoluiu da simulação de jogos convencionais, tais como os de damas e xadrez, para disputas e confrontos expositivos. Em 1966, o engenheiro eletrônico Ralph Baer, alemão refugiado nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, considerado hoje o pai dos consoles de games, vislumbrou a oportunidade de criar um equipamento que processasse jogos eletrônicos por meio de sua veiculação na televisão, com poucos recursos financeiros. Isto ocorreu quando Baer trabalhava para a Sander Associates. Contando com a contribuição de seus amigos e companheiros de trabalho, o primeiro fruto de suas experiências foi o ‘chasing game’, elaborado em 1967, um rústico game de Ping Pong, no qual duas figuras no formato quadrado podiam ser manuseadas pelo competidor, e assim deslocadas ao longo da tela. Seu inventor o patenteou logo em seguida e, um ano depois, expôs o primeiro modelo do videogame, designado de Brown Box, o qual consistia de disputas de futebol, vôlei e tiro. Portanto, não foi o modelo Atari o primeiro game a ser comercializado no mercado de videogames, mas sim este ancestral dos games. A Magnavox, uma filial da Philips sediada na Holanda, imediatamente se dispôs a lançar para o público consumidor o primeiro console de videogame, intitulado Odyssey 100. Deste primeiro console aos Nintendos, PlayStations e Xbox de hoje, este filão produtivo converteu-se, em princípios do século XXI, em uma empresa extremamente rendosa, captando assim investimentos de monta, que lhe permitem competir com a esfera cinematográfica e até mesmo transcender seus lucros.

Curiosidade: Os Jogos de Vídeo Game mais vendidos da história:
Wii Sports (2006) -  81.2 milhões; Super Mario Bros. (1985) - 40.2 Milhões; Mario Kart Wii (2008) - 33.7 milhões; Wii Sports Resort (2009) - 31.6 milhões; Pokémon Red/Green/Blue Version (1996) - 31.3 milhões; Tetris (1989) - 30.2 milhões; New Super Mario Bros. (2006) - 29.1 milhões; Wii Play (2009) - 28.7 Milhões; Duck Hunt (1984) - 28.3 milhões; New Super Mario Bros. (2009) - 26.9 milhões.

http://www.infoescola.com/curiosidades/historia-do-videogame/

terça-feira, 19 de novembro de 2013

19 de Novembro - Dia da Bandeira



A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.  
Existem normas específicas nas dimensões e proporções do desenho da Bandeira Brasileira. Ela tem o formato retangular, com um losango amarelo em fundo verde, sendo que no centro a esfera azul celeste, atravessada pela faixa branca com as palavras Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Essa faixa é oblíqua,  inclinada da esquerda para direita. No círculo azul estão 27 estrelas, que retratam o céu do Rio de Janeiro, incluindo várias constelações, como, por exemplo, o Cruzeiro do Sul. As estrelas representam simbolicamente os 26 Estados e o Distrito Federal. A única estrela que fica na parte superior do círculo representa o estado do Pará.
A Bandeira Nacional é hasteada de manhã e recolhida na parte da tarde. Ela não pode ficar exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada. É obrigatório o seu hasteamento em órgãos públicos (escolas, ministérios, secretarias de governo, repartições públicas) em dias de festa ou de luto nacional. Nos edifícios do governo, ela é hasteada todos os dias. Também é exposta em situações em que o Brasil é representado diante de outros países como, por exemplo, em congressos internacionais e encontros de governos.
 
Dia da Bandeira 
O dia 19 de Novembro é comemorado, em todo o território nacional, como o Dia da Bandeira. Nesta data ocorrem comemorações cívicas, acompanhadas do Hino à Bandeira.
 
Bandeiras presidencial e vice-presidencial
Além da Bandeira Nacional do Brasil que todos conhecemos muito bem, existem duas outras bandeiras brasileiras oficiais: a bandeira presidencial e a bandeira vice-presidencial.
Bandeira Presidencial   
Bandeira Vice-Presidencial
 
Curiosidade
- As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto,  o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.
- A versão atual da Bandeira Nacional Brasileira com 27 estrelas entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas (antes eram 23 estrelas) representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.
 
HINO À BANDEIRA
 
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser! Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil! 
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Corpo do Presidente Brasileiro João Goulart (JANGO) será exumado

Procedimento coordenado pela Comissão Nacional da Verdade tenta determinar se Jango foi envenenado durante a ditadura militar.
 
 
 
Os restos mortais do ex-presidente da República João Goulart começaram a ser exumados nesta quarta-feira, em São Borja, a 594 quilômetros de Porto Alegre (RS). Os exames fazem parte dos esforços da Comissão Nacional da Verdade (CNV) para determinar se Jango foi ou não assassinado durante a ditadura militar.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/restos-mortais-de-joao-goulart-sao-exumados-nesta-quarta-no-rs,0744f894cfc42410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html 

domingo, 10 de novembro de 2013

Como surgiu o sorvete?

 
 
Foi na China de 4 000 anos atrás, quando uma sobremesa à base de leite e arroz foi congelada na neve. Rapidamente a delícia ganhou prestígio, mas apenas entre a nobreza, que podia dispor de leite (então uma mercadoria cara) e tinha como conservar a neve até o verão, valendo-se de câmaras frigoríficas subterrâneas. Em sua viagem à China, em 1271, o veneziano Marco Polo teria encontrado grande variedade de cremes congelados de frutas. As receitas vieram em sua bagagem, mas não saíram da Itália até meados do século XVI, quando um certo Buontalenti, cozinheiro de Catarina de Médici (1519-1589), introduziu a requintada sobremesa na corte francesa. Em 1670, o siciliano Francisco Procópio abriu em Paris um café que vendia sorvetes - a primeira sorveteria da história. O sucesso foi tão grande que, seis anos depois, havia mais de 250 fabricantes de sorvete na capital francesa.
 

Exemplo a ser Seguido: Candidato classificado entre os 10 primeiros na Acafe explica como fez para se dar bem na prova

O estudante Thiago Scharlau Xavier tem apenas 17 anos, mas já deixa vestibulandos mais velhos se mordendo de inveja. Aprovado no último Vestibular de Verão da Acafe, ele acertou 57 das 60 questões objetivas que caem na prova. Com a pontuação de 5.147, Xavier ficou em 6º lugar na lista geral dos aprovados em Medicina (a Acafe faz duas provas ligeiramente diferentes, uma para Medicina e uma para os outros cursos). O foco dele, entretanto, é outro: ainda imerso numa rotina diária de estudos, Xavier quer ser aprovado em Engenharia Eletrônica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP). Hoje cursando disciplinas isoladas em cursos de redação e matemática, ele explica como fez para alcançar uma pontuação tão alta e dá as últimas dicas para o candidato que está de cabeça quente para o prova do dia 24 de novembro.

Confira a entrevista:
Diário Catarinense – Quais são as características do vestibular da Acafe? Em que ela é diferente das outras provas do estado?
Thiago Scharlau Xavier – Ao meu ver, é uma prova um pouco mais tranquila que as demais. Assim como praticamente todos os vestibulares contemporâneos, diversas questões envolvem o entendimento de situações de acordo com os conceitos aprendidos. Entretanto, essas questões coexistem com outras mais tradicionais. A prova também apresenta bastante texto, não só nos enunciados, mas nas próprias alternativas. Logo, é fundamental uma rápida e precisa compreensão de texto – não apenas para a Acafe, mas para todos os vestibulares.

DC – Você considera a Acafe uma prova fácil? Você terminou a prova rapidamente em comparação com as outras?
Xavier – A prova fica fácil para quem estuda. Achei ela fácil sim, de uma forma geral. Claro que sempre existirão aquelas questões mais difíceis, que nos tomam mais esforço. Quanto ao tempo de prova, eu geralmente sou um dos últimos a sair, independentemente da dificuldade da prova. Não dá para se entregar no "Dia D"; fico batalhando com as questões mais difíceis para, pelo menos, sair da prova sabendo que fiz o máximo que pude.

DC – Em que você foi mal na prova passada? Eram disciplinas mais difíceis ou é mais uma questão de habilidades pessoais?
Xavier – Na verdade, como acertei 57 das 60 questões, não fui mal em nenhuma matéria. Os vestibulares em geral exigem esse equilíbrio no candidato. Eu possuo uma facilidade maior com as exatas, e justamente por isso estudei muito mais as outras disciplinas, especialmente Biologia, a fim de vencer o desequilíbrio.

DC – Como é a redação da Acafe? Foi difícil no ano passado?
Xavier – Achei os temas propostos bons para dissertar a respeito e bastante conhecidos pelo público em geral. Pode ter causado um certo receio em alguns candidatos o fato da proposta ter vindo na forma de charges, sem instruções precisas sobre o tema como geralmente há. O que senti falta foi uma maior habilidade minha em ser mais sintético e escrever de uma forma mais simples e objetiva para dar maior clareza ao texto. Mas, de uma forma geral, creio que a redação não foi difícil no ano passado.

DC – Como é a sua rotina de vestibulando? O que você faz diariamente?
Xavier – Estudo sempre, e nunca cronometrei o tempo. Eu seleciono a parte da matéria a ser estudada e fico nela até concluir o que eu me propus a fazer, pouco importa se foram 30 minutos ou 4 horas – o que importa é estar absorvendo o conteúdo. Vale mais a pena estudar poucos tópicos e entender a maioria deles do que estudar diversos e reter quase nenhum.
Outro ponto fundamental na hora do estudo é possuir interesse de saber aquilo, pois se não houver, o cérebro rapidamente descarta o conteúdo. O interesse também é capaz de nos prender nos estudos de uma forma que o aprendizado não seja penoso, mas prazeroso. Aí é possível que se estude por várias horas de boa vontade!
Outro ponto relevante foi o fato de eu ter começado já no primeiro ano do Ensino Médio. Eu tinha o objetivo de chegar no terceiro ano já sabendo várias coisas. Assim, o último ano ficou menos pesado e eu consegui aproveitá-lo melhor.

DC – Como você fez as provas? Com que roupa foi, como se alimentou?
Xavier – De bermuda, camiseta e tênis. Padrão. Em relação à comida, eu fico entretido com a prova e esqueço de comer. Não recomendo que os candidatos façam isso de forma alguma. É importante que leve algo para comer e beber, mas sem exageros. Existem pessoas que levam sacolas cheias de comida e terminam sendo inconvenientes com o barulho de mastigação, além de terem que ficar pedindo para ir ao banheiro.

DC – Quais são suas dicas para quem vai fazer o próximo Vestibular de Verão da Acafe?
Xavier – Nessa reta final, é importante que revisar aquelas matérias que já foram estudadas. Não invente de aprender uma matéria nova na véspera da prova, isso não lhe irá ajudar. É fundamental a revisão, pois ela ajuda a acertar aquilo que sabemos. Note-se que o maior vilão em uma prova é aquele erro desnecessário, que você sabia a resposta correta.
Além disso, a última semana não será o momento de gastar todas as suas forças estudando, guarde-as para a prova. Ninguém passa ou deixa de passar por ter ou não estudado freneticamente às véspera do exame. Estude moderadamente nos dias que antecedem a prova.

Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/noticia/2013/11/candidato-classificado-entre-os-10-primeiros-na-acafe-explica-como-fez-para-se-dar-bem-na-prova-4328739.html

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Vai ser assim!



É por isso que o Brasil ta assim!


Bem Nessa!


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Quem inspirou a Mona Lisa?

 
 
Existem muitas hipóteses e nenhuma certeza sobre quem teria sido a verdadeira dona daquele famoso e enigmático meio sorriso, isso se é que ela realmente existiu. A versão mais difundida sustenta que um rico cidadão de Florença, Francesco Del Giocondo, teria encomendado a Leonardo Da Vinci (1452-1519) um retrato da sua esposa, Lisa di Antonio Maria Gherardini, em 1503. É possível que o rosto da Mona Lisa seja o mesmo da esposa de Del Giocondo, o que explicaria o outro nome dado à pintura: Gioconda. Conta-se, também, uma história um pouco diferente. A senhora Gherardini teria sido o grande amor de Giuliano de Medici (1479-1516), irmão do papa Leão X. O fato de ela ser casada tornava tal amor impossível, mas, segundo essa lenda, o quadro teria sido encomendado por Giuliano e não pelo marido dela. Existe ainda uma terceira teoria, segundo a qual a Mona Lisa seria, na verdade, um auto-retrato do pintor quando jovem. Um detalhe que torna essa história toda ainda mais intrigante é a semelhança entre a Gioconda e a Nossa Senhora retratada em Sant’Ana, a Virgem e o Menino (1508-1510), obra posterior, que era a preferida de Da Vinci. O que leva a crer que ele poderia ter se inspirado na senhora Gherardini para depois criar uma imagem própria de beleza da sua musa mais famosa.
 
 
 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Munique descobre 1.500 quadros confiscados pelos nazistas!

Cerca de 1.500 quadros dos maiores mestres pintores dos séculos 19 e 20 acabam de ser descobertos no apartamento de um octogenário em Munique, segundo divulgado pela revista alemã Focus neste domingo (3/11). Entre as preciosidades de valor cultural e artístico inestimável, encontram-se obras-primas de Picasso, Matisse, Chagall, Klee e grandes nomes da pintura alemã, como Emil Nolde, Franz Marc, Max Beckmann e Max Liebermann. A coleção está avaliada em cerca de um bilhão de euros.  Segundo a Focus, o pai do idoso - um célebre colecionador de arte alemão, Hildebrand Gurlitt -, adquiriu as telas durante os anos 1930 e 1940. As obras haviam sido confiscadas de colecionadores judeus em fuga da Europa, e revendidas a preços muito abaixo do valor de mercado pelos nazistas, que as consideravam "arte degenerada", em oposição aos valores artísticos promulgados pelo Terceiro Heich de Adolf Hitler. Por mais de 50 anos, o filho - Cornelius Gurlitt -, guardou as telas escondidas em seu apartamento. Com o passar dos anos, fez algumas vendas discretas, com o intuito de garantir a sua sobrevivência. A polícia seguia o caso desde setembro de 2010, quando ele passou a ser investigado por sonegação de impostos. No ano seguinte, começaram as operações de busca pelos quadros, encontrados somente agora em um quarto escuro, atrás de um armário, no apartamento de Gurlitt. Segundo a revista Der Spiegel, a história foi mantida em segredo todo esse tempo por receio das autoridades alemãs, que temiam uma batalha diplomática e legal pela restituição das telas aos herdeiros dos verdadeiros proprietários. Entre as grandes preciosidades do tesouro escondido está um exemplar de Henri Matisse, "Retrato de uma Dama", pertencente ao colecionador judeu Paul Rosenberg, forçado a deixar para trás sua pinacoteca ao fugir de Paris.

 

Universo História agora é Nossa História em Evidência - NHE

Com o intuito de dar uma mudada no blog resolvi trocar seu nome, que a partir de agora irá se chamar Nossa História em Evidência. Desta forma estou propondo uma nova maneira de trabalhar, já que estava deixando muito a desejar! Assim, espero que os leitores do meu antigo blog me acompanhe nesta nova empreitada e possam me ajudar a fazer deste meio de informação, um lugar para divulgar a história que sempre está em evidência, mais que muitas vezes passa e não notamos!

Atenciosamente Prof. Anselmo Teles