domingo, 28 de abril de 2013

20 Metas para a Educação do Brasil até 2020 - Nem o PNE foi aprovado ainda!

O governo federal elaborou 20 metas para a educação para serem realizadas até 2020. Porém, nem o Plano Nacional de Educação foi aprovado! Esse Brasil é um país largado as traças!

Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante do ensino fundamental.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de idade.
Meta 6: Oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.
Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE)
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Meta 11: Duplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13: Elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores. 7 estratégias.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores. 9 estratégias.
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
Meta 16: Formar 50% dos professores da educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.
Meta 17: Valorizar o magistério público da educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

www.terra.com.br

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Principais torturas utilizadas na ditadura militar no Brasil (1964-1985)


Durante a Ditadura Militar que aconteceu no Brasil no período de 1964 até 1985, foram utilizadas mais cem formas de torturas. A tortura era empregada, principalmente para obter informações de pessoas envolvidas na luta contra os militares. As principais formas de torturas foram:
Cadeira do dragão: Nessa espécie de cadeira elétrica, os presos sentavam pelados numa cadeira revestida de zinco ligada a terminais elétricos. Quando o aparelho era ligado na eletricidade, o zinco transmitia choques a todo o corpo. Muitas vezes, os torturadores enfiavam na cabeça da vítima um balde de metal, onde também eram aplicados choques;

Pau-de-arara: É uma das mais antigas formas de tortura usadas no Brasil - já existia nos tempos da escravidão. Com uma barra de ferro atravessada entre os punhos e os joelhos, o preso ficava pelado, amarrado e pendurado a cerca de 20 centímetros do chão. Nessa posição que causa dores atrozes no corpo, o preso sofria com choques, pancadas e queimaduras com cigarros;

Choques elétricos: As máquinas usadas nessa tortura eram chamadas de "pimentinha" ou "maricota". Elas geravam choques que aumentavam quando a manivela era girada rapidamente pelo torturador. A descarga elétrica causava queimaduras e convulsões - muitas vezes, seu efeito fazia o preso morder violentamente a própria língua;

Espancamentos: Vários tipos de agressões físicas eram combinados às outras formas de tortura. Um dos mais cruéis era o popular "telefone". Com as duas mãos em forma de concha, o torturador dava tapas ao mesmo tempo contra os dois ouvidos do preso. A técnica era tão brutal que podia romper os tímpanos do acusado e provocar surdez permanente;

Soro da verdade: O tal soro é o pentotal sódico, uma droga injetável que provoca na vítima um estado de sonolência e reduz as barreiras inibitórias. Sob seu efeito, a pessoa poderia falar coisas que normalmente não contaria - daí o nome "soro da verdade" e seu uso na busca de informações dos presos. Mas seu efeito é pouco confiável e a droga pode até matar;

Afogamentos: Os torturadores fechavam as narinas do preso e colocavam uma mangueira ou um tubo de borracha dentro da boca do acusado para obrigá-lo a engolir água. Outro método era mergulhar a cabeça do torturado em um balde, tanque ou tambor cheio de água, forçando sua nuca para baixo até o limite do afogamento

Geladeira: Os presos ficavam pelados numa cela baixa e pequena, que os impedia de ficar de pé. Depois, os torturadores alternavam um sistema de refrigeração superfrio e um sistema de aquecimento que produzia calor insuportável, enquanto alto-falantes emitiam sons irritantes. Os presos ficavam na "geladeira" por vários dias, sem água ou comida

Obs: Essas práticas (torturas) utilizadas em um dos momentos mais terríveis da história do Brasil devem ser combatidas e não imitadas!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Educação em Notícia: Opinião do professor é nula no debate sobre educação

O professor ensina a tabuada, história do Brasil, geopolítica, o mistério dos olhos de ressaca de Capitu, os catetos e o quadrado da hipotenusa. Comanda aulas em escolas distantes, pobres e improvisadas e, sobretudo, conhece de perto os alunos que o País quer educar. Mas, quando o assunto é a melhoria e os desafios da educação, sua opinião no debate público simplesmente desaparece - seja porque não foi procurado, não quer ou não pode falar (ou acha que não deve).
Enquanto técnicos, políticos, pesquisadores, governos e empresários têm voz ativa em discussões que vão do currículo à formação docente, quem está "na ponta", ou seja, na sala de aula, não aparece. Mas qual a explicação para essa ausência?
Na busca por uma resposta, a jornalista Fernanda Campagnucci encontrou várias durante pesquisa de mestrado que finaliza na USP. "Existe uma configuração desfavorável para que os professores participem do debate público sobre educação, e isso leva ao silêncio dos docentes", explica ela, que é editora do Observatório da Educação, boletim da ONG Ação Educativa.
Essa configuração citada por Fernanda se constrói com base em um processo em que se articulam fatores como o papel do professor na sociedade, representações que circulam no imaginário social, como o despreparo dos docentes, e também a existência de mecanismos administrativos e burocráticos que tolhem a liberdade de expressão.
Professor da rede estadual de São Paulo em Piracicaba, no interior, Fabio Laismann, de 42 anos, é contundente: "Quem se posiciona tem problemas", diz ele. "Mas ainda assim prefiro não ficar neutro." Laismann afirma que se posicionar na imprensa ou mesmo dentro das escolas não é uma cultura bem-vinda no ambiente. "Quando tem opinião, o professor perde espaço, sofre coação e fica visado."
Citando uma música do grupo O Rappa, ele lembra que esse silêncio faz muito mal à categoria. "Paz sem voz é medo, não adianta fugirmos dos problemas. O professor é quem está na sala, ele sabe o que funciona."
De acordo com o professor Francisco Carlos Telles Baldi, de 56 anos e 28 de sala de aula, há uma "interlocução falsa" nas escolas. "Parece que somos ouvidos nas reuniões, mas isso não vai para cima." Ele próprio acredita que a categoria tem a responsabilidade por não participar do debate. "Professores precisam ter a força de vontade para se envolver e também para se qualificar, porque até para isso há uma resistência."
Não há aspecto legal que proíba servidores de se manifestarem. É o que ressaltaram as secretarias de Educação do município e do Estado de São Paulo. A pasta estadual informou que "não compactua" com constrangimento e violação de direitos, entre eles o de livre expressão. "Todo servidor tem direito de se expressar", afirmou em nota.
Além de muitos professores duvidarem dessa garantia, permanece entre os profissionais da educação uma ideia de que realmente existe uma lei de mordaça. E não é por acaso: até 2009, no Estado, e 2010, na Prefeitura, um dispositivo do estatuto dos servidores tolhia o direito de expressão. As tais leis de mordaça foram revogadas, mas seu efeito ainda paira nas escolas.
Medo. A decisão pelo silêncio não é só na hora de criticar. Há alguns meses, o Estado procurou uma professora que havia confessado à reportagem que se sentia mais realizada ao dar aulas em escola pública na periferia do que em unidades particulares. No primeiro contato, empolgação sobre a oportunidade de falar sobre o assunto. Mas, em seguida, a frustração. "Conversei com os colegas e me disseram que não posso falar sem autorização, prefiro não prejudicar minha carreira", disse. E não houve argumento que a fez mudar de ideia.
O professor da Faculdade de Educação da USP Ocimar Alavarse acredita que haja um exagero. "Esse medo de punição talvez seja exagerado", diz ele, que contabiliza entre 100 e 200 entrevistas por ano. Alavarse ressalta outros fatores, como o receio de o professor ser exposto na mesma medida das notícias negativas sobre o ensino público. "Há também um tipo de medo pelo suposto controle político da imprensa, que a frase será deturpada, amalgamada. Mas é um risco que sempre vai existir, até na sala."
Para Fernanda Campagnucci. a voz do professor é essencial para a melhora da educação. "A sociedade tem muito a ganhar, mas ele tem de se dispor."

Fonte: http://estadao.br.msn.com/ciencia/opini%c3%a3o-do-professor-%c3%a9-nula-no-debate-sobre-educa%c3%a7%c3%a3o

Brasil, Já Começou Errado!


domingo, 21 de abril de 2013

Educação em Notícia: Professores Estaduais de SP decidem greve a partir de amanhã

Professores da rede estadual de São Paulo decidiram, em assembleia realizada nesta tarde desta sexta-feira (19), na Avenida Paulista, decretar greve na categoria. A paralisação está prevista para começar na segunda-feira (22).  Os professores reivindicam maior reajuste salarial, mudanças na política de contratação de novos docentes, além de medidas contra a violência nas escolas.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Quero Tchu Eu quero Tcha!


Educação em Notícia: Copa das Confederações: 15 redes estaduais terão aula normalmente

Durante a Copa das Confederações, que será realizada em junho, no Brasil, alunos de pelo menos 15 redes estaduais de educação terão aulas normalmente, inclusive nos dias de jogos do Brasil. Com relação à Copa do Mundo de 2014, que também será realizada no país, apenas três Estados já se posicionaram e informaram que irão paralisar as atividades nos jogos da seleção brasileira. A Copa das Confederações será realizada entre os dias 15 e 30 de junho, com jogos às 13h, 16h e 19h.
Mesmo com a proximidade da competição, Estados como Ceará, Pará e Paraíba ainda não sabem informar se haverá aula ou não nos dias de jogos. O Pará estuda suspender as atividades escolares nos dias em que a seleção brasileira entrar em campo. Os alunos das rede estadual de Sergipe serão dispensados nos jogos do Brasil. Em Minas Gerais, os estudantes não terão aulas nos dias de jogos no Estado. No Tocantins e em Alagoas, cada escola poderá decidir se dispensa os estudantes ou não. Na Bahia, o recesso do meio de ano será entre os dias 22 de junho e 2 de julho, sendo assim, os alunos estarão de férias no final da competição. Antes do recesso, porém, os estudantes não serão dispensados nos dias de jogos.
Fonte: www.uol.com.br

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Educação em Notícia: Matemática e ciências no país são piores do que na Etiópia

Um relatório do Fórum Econômico Mundial, publicado na quarta-feira, aponta o Brasil como um dos piores países do mundo nos ensinos de matemática e ciências. Entre 144 nações avaliadas, o país aparece na 132ª posição, atrás de Venezuela, Colômbia, Camboja e Etiópia. Outro dado alarmante é a situação do sistema educacional, que alcança o 116º lugar no ranking - atrás de Etiópia, Gana, Índia e Cazaquistão. Os dois indicadores regrediram em relação à edição 2012 do relatório, em que estavam nas 127ª e 115ª posições, respectivamente.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao

Educação em Notícia: Aluno de escola pública terá direito a fazer vestibular das federais de graça

A presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei que garante o direito a isenção do pagamento da taxa de inscrição nos vestibulares de universidades federais e institutos federais de ensino a estudantes que tenham renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e tenham cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada.
Fonte: www.g1.com.br

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Só Raul Salva! kkkk


terça-feira, 9 de abril de 2013

Morre aos 87 Anos: Margaret Thatcher

 
Morreu nesta segunda-feira (08/04/2013) aos 87 anos Margaret Thatcher, primeira mulher a se tornar primeira-ministra britânica, cargo no qual ficou por três mandatos consecutivos, entre 1979 e 1990. Ela foi uma das figuras dominantes na política inglesa no século XX, ao dirigir um governo que reduziu o tamanho do Estado e transformou o Reino Unido. Sua política neoliberal, que entrou para a história com o nome de “thatcherismo”, ainda influencia líderes mundialmente e é criticada e elogiada até hoje, inclusive no Brasil.
 
Fonte: G1.com.br

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A ORIGEM DO NOME DOS MESES

Esse post vai para meus alunos do 6º Ano A e B, da E.E.B. Caetano Lummertz, Vila Santa Catarina SJS/SC, que trouxeram essa dúvida!


Tudo começou na Roma Antiga. No primeiro calendário romano, estabelecido no século VII a.C., o ano tinha 304 dias e era dividido em dez meses (a contagem começava em março e terminava em dezembro). Com o passar do tempo, porém, o sistema foi criando uma defasagem porque o ano solar tem, na verdade, 365,25 dias. Na época do imperador Numa Pompílio, ainda no século VII a.C., a contagem estava 51 dias atrasada em relação ao início das estações. Pompílio criou, então, mais dois meses - janeiro e fevereiro - e o ano passou a ter 354 dias, mas não demorou para ocorrer outro desajuste. Em uma nova tentativa de acertar o calendário, o imperador Júlio César (100-44 a.C.) introduziu, em 46 a.C., o ano de 365 dias, baseado em um modelo utilizado pelos egípcios, sem alterar os nomes dos meses. Os primeiros seis haviam sido nomeados em homenagem a deuses e festividades romanas e os seguintes, de acordo com sua ordem numérica - mas julho e agosto foram posteriormente rebatizados em homenagem a Júlio César e seu sucessor, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).

JANEIRO: Homenagem a Jano, deus de duas faces, uma voltada para a frente e outra para trás. Protetor das entradas e saídas, ele era considerado também deus dos princípios e começos (como a primeira hora do dia e o primeiro mês do ano).

FEVEREIRO: Referência ao festival celebrado nessa época do ano, em Roma, chamado Februália, ou Purificação (ocasião em que eram oferecidos sacrifícios aos mortos, para apaziguá-los).

MARÇO: Dedicado a Marte, deus da guerra. Nesse mês (o primeiro do ano antes da reforma feita por Pompílio), escudos sagrados eram levados pelos sacerdotes em volta da cidade, em homenagem à divindade

ABRIL: Existem duas hipóteses. A primeira diz que o nome seria uma homenagem a Afrodite, deusa do amor, a quem o mês é consagrado. A segunda afirma que ele seria derivado da palavra latina aperire, referência à abertura das flores, já que, nesse período, é primavera no hemisfério norte

MAIO: Deusa responsável pelo crescimento das plantas e mãe de Mercúrio, Maia era a divindade celebrada nessa época do ano;

JUNHO: Deusa do casamento e do parto, Juno era considerada a protetora das mulheres, especialmente das esposas legítimas;

JULHO: Inicialmente chamado de Quintilis, por ser o quinto mês, foi rebatizado em homenagem ao imperador Júlio César, em 44 a.C.

AGOSTO: O nome original Sextilis foi substituído, em 8 d.C., para homenagear o imperador César Augusto, que reformou a estrutura de governo do Império Romano, além de somar a ele novos territórios;

SETEMBRO: O nome vem do latim septem, ou sete. Esse era o sétimo mês do primeiro calendário romano, antes da reforma de Pompílio;

OUTUBRO: Vem do latim octo, ou oito. Era o oitavo mês antes da reforma de Pompílio

NOVEMBRO: Vem do latim novem

DEZEMBRO: Vem do latim decem, ou dez. Era o décimo e último mês do primeiro calendário romano

Fonte: www.mundoestranho.abril.com.br

domingo, 7 de abril de 2013

A Educação Tem Jeito


Brasil: Uma Triste Realidade


Mundo da Literatura: O Pequeno Príncipe", de Saint-Exupéry, completa 70 anos

 
Capa do livro Foto: Reprodução 
O livro O Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Saint-Exupéry está completando 70 anos. Seu lançamento foi no dia 06 de abril de 1943, nos Estados Unidos. Exupéry, foi piloto. No final da década de 1920, o francês, que ficou conhecido como "o poeta da aviação", foi designado para trabalhar em Buenos Aires e chegou a pousar algumas vezes no Brasil. Um dos pontos de abastecimento estabelecidos pela empresa francesa de correio aéreo Latécoère, onde ele trabalhava, localizava-se na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Ali, ele ficou conhecido entre os habitantes como "Zeperri", e passou a fazer parte da história da cidade - hoje, a capital catarinense conta com uma avenida nomeada em homenagem à principal obra do autor, Pequeno Príncipe, na praia do Campeche. Além da América do Sul, Exupéry participou de missões em diversas localidades, da América do Norte à Europa. Ele foi visto pela última vez em 1944, quando decolou de uma base aérea no Mar Mediterrâneo e não retornou. Um bracelete com seu nome foi resgatado do Mar de Marselha, na década de 1990, e conduziu aos destroços do avião pilotado pelo francês. As circunstâncias da sua morte, contudo, não foram esclarecidas.

Fonte: www.terra.com.br

Educação em Notícia: Crianças enfrentam 'escalada' de 70 metros para chegar a escola na China

Um grupo de crianças de um vilarejo na China enfrenta regularmente uma íngreme escada de cerca de 70 metros de altura para ir e voltar para a escola. O vilarejo de Zhangjiawan, situado no condado de Sangzhi, na província chinesa de Hunan, não possui outras formas de contato com a cidade mais próxima. Então, a rudimentar escada de madeira acaba sendo a mais viável alternativa para que crianças cheguem à escola e outros moradores possam ir e voltar do vilarejo. Os moradores de Zhangjiawan já construíram inúmeras escadas para permitir que outros fizessem o trajeto. A cada cinco anos, eles constroem uma nova. Mas muitos dos habitantes locais dizem esperar que o governo chinês crie novos e mais seguros acessos.

Fonte: www.uol.com.br

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Educação em Destaque: Goiano passa em seis vestibulares de medicina em instituições públicas!

'Nunca pensei em desistir', diz jovem após quatro anos de tentativas. Ele decidiu estudar na Universidade Federal de Goiás, onde foi 4º colocado.

 Gabriel Alvarenga, de 20 anos - Um Exemplo a ser Seguido
 
Estudante passou em seis vestibulares para curso  de medicina: Após quatro anos prestando vestibulares por todo o país, o jovem Gabriel Alvarenga, de 20 anos, foi aprovado em seis instituições de ensino públicas para o curso de medicina. “Não me via exercendo outra profissão”, conta o estudante. A faculdade escolhida para realizar o sonho de se tornar médico foi a da Universidade Federal de Goiás (UFG), onde passou na 4º colocação. O objetivo dele sempre foi estudar na instituição goiana devido à qualidade do ensino e à proximidade da família e dos amigos. “Prestava nas outras porque não dá para prestar só um vestibular”, explica. Gabriel também foi aprovado nas universidades federais do Triângulo Mineiro, do Amazonas e do Acre, na Faculdade de Medicina de Marilia e na Escola Superior de Ciências da Saúde de Brasília. O jovem mal teve tempo de descansar, pois as aulas da UFG começaram no último dia 25 de março. "Agora, troquei os livros do cursinho pelos da faculdade", comenta.
Fonte: www.g1.com.br

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Fotógrafos russos escalam a Grande Pirâmide de Gizé

Um grupo de fotógrafos da Rússia conseguiu registrar imagens incríveis do topo da Grande Pirâmide de Gizé, localizada na capital do Egito, Cairo. Veja os impressionantes pontos de vista nunca antes vistos!




 

Mundo em História: Bomba da 2ª Guerra Mundial é achada perto da estação central de Berlim

Uma bomba da Segunda Guerra Mundial foi localizada na terça-feira, 02/04/2013, perto da estação central de trens de Berlim. "A bomba, encontrada ontem à tarde em um terreno que pertence ao sistema de ferrovias, perto do 'porto norte' de Berlim (1,5 km ao norte da estação central) será desativada nesta quarta-feira", afirmou um porta-voz da polícia à AFP. A fonte informou que a bomba foi lançada por um avião durante a Segunda Guerra Mundial. "O esquadrão antibombas é treinado, mas se algo sair errado, os agentes morrerão, pois estarão ao lado da bomba", disse o porta-voz. "De acordo com especialistas esta é uma bomba russa", completou. As autoridades acreditam que existem quase 3.000 bombas no subsolo de Berlim.